(...) Naquela hora, de olhos postos ao mar eu o pedi, com toda fé necessária, que o melhor fosse acontecido, que meus braços servissem de abrigo, para sempre, a quem eu tanto desejara naquele momento... por quase um dia o mar ouviu as minhas preces! Acreditei que a junção de nossas vidas estaria, ali, ligada apenas por uma respiração. Eu lhe observara dormir enquanto meus olhos, coração e mente, pediam-lhe de maneira sutil que nunca se afastasse de mim. Por um minuto desejei que o tempo parasse e que aquele momento viesse a permanecer para sempre - Passaria os últimos segundos de minha vida observando seus cílios longos e sua face coberta de ternura – porém, aquilo que eu pensava que, agora, seria ‘’eterno’’ o mar veio a esquecer o quão se faria cogente, aquilo para mim, esqueceu de tudo o que eu havia lhe pedido deixando que o nascer do sol levasse tudo embora. E agora eu não o observo mais a dormir, e sim a mim mesma.
Confesso que vim a teu encontro sem muito esperar, pois dessa forma, qualquer susto seria encantamento a meus olhos. Foi então que me deparei com uma menina muito doce, que utiliza nas palavras um rítimo gostoso de sentir... é elegante sua forma de dispor os acontecimentos.
ResponderExcluirO prazer foi todo meu.
Mayara Libânia
27/12/11 às 16:31:56
Que contentamento com palavras ditas de tão longe... Uma menina bordada de flor conhecida através de terceiros, em poucos instantes , me fazendo transpirar alegria, te agradeço por teu pequeno notável comentário que me fez dar importância a isto que chamo de meu ‘silencioso diário falante’ e me fez acreditar que o que eu escrevi não foi em vão...
ResponderExcluir;*
nunca será em vão!
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