Oh, tempo injusto, porque insistes tanto em derrubar-me toda vez que eu me aponto de pé ? Eu tanto que te confesso que cansei de ser esse samba tristonho, porque não me ouves? Nada em mim foi covarde, nem mesmo o acostumar dessa estrada, tão errada, que me destes preu caminhar. Será que é de tua vontade que eu siga engaiolada no meu interior arquitetado de medo, feito um pássaro preso numa gaiola, esculpida de tristeza, impedido de voar? Ou tu tens me mostrado o caminho de tão longe e eu feito tola vejo um labirinto sem saída ? Diga-me, diga-me tempo injusto o que eu ei de fazer sem a presença constante do meu trigo que é dourado...

Gostei do seu blog, poetisa... se puder acesse depois o meu:
ResponderExcluirwww.poetacleciodias.blogspot.com
Gostei do seu blog, poetisa... se puder acesse depois o meu:
ResponderExcluirwww.poetacleciodias.blogspot.com
"Eu tanto que te confesso que cansei de ser esse samba tristonho..."
ResponderExcluirarrazooooooooooooou, compa!